terça-feira, 29 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Teve um dia que eu conheci Itamar Assumpção...
De uma pessoa tão boa
Falar, gritar, reclamar
Se a nossa voz não ecoa
Dizer não vou mais voltar
Sumir pelo mundo afora
Alguém com tudo pra dar
Tirar o seu corpo fora
Devia ser proibido
Estar do lado de cá
Enquanto a lembrança voa
Reviver, ter que lembrar
E calar por mais que doa
Chorar, não mais respirar (ar)
Dizer adeus, ir embora
Você partir e ficar
Pra outra vida, outra hora
Devia ser proibido...
Devia ser proibido
Uma saudade tão máDe uma pessoa tão boa
Falar, gritar, reclamar
Se a nossa voz não ecoa
Dizer não vou mais voltar
Sumir pelo mundo afora
Alguém com tudo pra dar
Tirar o seu corpo fora
Devia ser proibido
Estar do lado de cá
Enquanto a lembrança voa
Reviver, ter que lembrar
E calar por mais que doa
Chorar, não mais respirar (ar)
Dizer adeus, ir embora
Você partir e ficar
Pra outra vida, outra hora
Devia ser proibido...
sábado, 24 de março de 2012
Fotografia e cinema: uma dimensão do processo social
todo
filme é uma ficção, não por ser uma criação da imaginação, não por ser uma
invenção, mas por ser um ficcio, que, além de significar invenção, significa
também ato de modelar, formar, criar (MENEZEZ, 2004 p.27).
Partindo do pressuposto de que por meio do cinema se cria
e se constrói realidades não como representação fiel e absoluta do real, mas “como
parte da constituição de um imaginário social, (e) como expressão das formas
pelas quais uma sociedade concebe-se visualmente (MENEZES, 2004 p. 22)”, tem-se
que as imagens, ou mesmo o próprio filme seriam “uma dimensão e não apenas um
reflexo de um processo social (MENEZES, 2004 p. 22)”, ou seja, por meio de tal
objeto é possível analisar e identificar concepções do imaginário social. No entanto,
é preciso estabelecer relação com outras areas do conhecimento (Sociologia, antropologia, história, etc).
Outro fator importante é a leitura do filme, realizada
pelo espectador, que é singular, e que devido ao caráter polissêmico das
imagens possibilita diferentes interpretações. Jose de Souza Martins[1]
“a fotografia nutre a sua interpretação por uma contínua remessa ao real, que não se deixa congelar, que não interrompe o seu fluxo e que, por sua vez, agrega e redefine significações ao que só aparentemente é um “congelamento” de imagem e, nesse sentido, um “retrato” da sociedade em certo momento (MARTINS, 2008 p.37)"
A interpretação de uma imagem feita hoje não
seria a mesma realizada há décadas atrás, mesmo tendo como objeto de leitura uma
mesma referência visual, pois tal leitura é mediada pelo processo social
presenciado pelo espectador em um tempo/espaço.
Paulo Menezes em seu artigo sobre o cinema documental[2] apresenta duas
possibilidades de investigação: a primeira se concentra na análise da imagem
mais explícita do filme (sobre o que falaria o filme?) podendo inclusive, para
um aprofundamento, a análise do roteiro; a segunda possibilidade seria a mais
complexa, pois alem de analisar a imagem mais explicita haveria de se analisar
“como” isso é feito – articulação das imagens e os momentos (imagens, diálogos
e som).
Outra variável presente na leitura de um filme é a
questão das “invisibilidades cruzadas[3]”: o que os cineastas não
viram (incluindo-se o que viram, mas não querem nos mostrar) e o que nós,
espectadores, não queremos ou não conseguimos ver. Deste modo a análise de de imagens, sobretudo de filmes é sempre um trabalho difícil e complexo.
Por meio da música, figurino, ambiente, fotografia,
diálogos, recursos adicionais (números estatísticos, depoimentos, etc.) se
constrói outra dimensão sobre a própria “realidade”, mas, como apresentado
anteriormente, sem um controle literal da leitura que será feita pelos
espectadores.
Após tais ressalvas
poder-se dizer que que por meio da imagem e do cinema se produz uma série de tensões entre representações da “realidade”. Assim, o cinema e a fotografia são também parte desta "realidade", sendo uma dimensão, como Menezes colocaria.
[1] MARTINS, José de Souza . SOCIOLOGIA DA FOTOGRAFIA E DA IMAGEM. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
[2] MENEZES, Paulo. O cinema documental como representificação. In: NOVAES, Sylvia Caiuby; BARBOSA, Andréa; CUNHA, Edgar Teodoro da et. al (orgs.). Escrituras da imagem. São Paulo: Edusp, FAPESP, 2004.
[3] Ibiden.
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
quinta-feira, 8 de março de 2012
Representação da Representação
O signo representa o signo, o significado representa o significado,...
dicionário (significado do significado)
di.ci.o.ná.rio
sm (lat dictione) Coleção de vocábulos de uma língua, de uma ciência ou arte, dispostos em ordem alfabética, com o seu significado ou equivalente na mesma ou em outra língua. Sin: léxico, vocabulário, glossário. D. vivo: indivíduo muito erudito ou de grande memória.
sexta-feira, 2 de março de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Conjunto Residencial da USP
///////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////crusp
http://www.crusp68.org.br/abertura.php
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
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